PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Preservar o meio ambiente é um conjunto de atitudes que devem ser tomadas para a proteção da natureza, para um futuro melhor. É um ato de cidadania e dever de todos. Algumas pessoas pensam que não jogar lixo nas ruas, separar o lixo reciclável, do não reciclável é o suficiente para resolver o problema. Não é bem assim, pois o meio ambiente não se restringe à vegetação, aos rios ou córregos, é algo bem mais abrangente como por exemplo, a preservação das florestas, nascentes, não jogar óleos lubrificantes ou domésticos na rede de esgoto, etc. Um dos temas mais comentados no momento é a economia dos recursos naturais (água e energia). Dia 22 de março é o dia mundial da água e a imprensa publicou várias matérias dentre elas, o Jornal O Globo enfatizou: De um recurso natural inesgotável, passou à categoria de um bem escasso, a ponto de as Nações Unidas o definirem como uma provável causa de guerras no futuro deste século. Apenas 3% de toda água disponível na superfície da terra são aptas ao consumo. De toda a água do planeta, 97% dela é salgada demais para ser consumida. Outra preocupação são os alimentos produzidos com auxílio de agrotóxicos, que além de envenenar nosso organismo, vem a poluir nossos rios, lagos e mares. A alimentação sempre que possível deve ser orgânica. Conciliar o crescimento econômico com a proteção da natureza é o caminho para uma vida melhor. A reciclagem dos materiais, a coleta seletiva do lixo e os desperdícios dos recursos naturais devem ser levados em conta; Muitos pensam que receberam o planeta de herança dos pais e avós, porém nós o temos por empréstimo de nossos filhos e netos. Preservar o meio ambiente é a palavra de ordem. Artista Plástico: Reinaldo Silva - Tel. 9946.3858
terça-feira, 28 de agosto de 2012
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
TRATADO FILOSÓFICO SOBRE A LOUCURA
A
loucura é dividida em três estágios: a idiotice consciente, a lucidez plena e,
finalmente, a loucura total.
A idiotice consciente tem início na pré-adolescência e vai até aos 22 anos. Há casos em que esta fase só termina aos 35 anos, acompanhada de bastante terapia de grupo. É nesta fase que esses indivíduos se apresentam extremamente vulneráveis a qualquer tipo de ideologia e são disputados a tapas pelas agências de publicidade.
É nesta fase também que vivem a sua maior crise existencial, quando descobrem que nunca existiu papai-noel e que foram enganados por muitos anos. Passam então a não acreditar em mais ninguém que acreditara antes, usando primeiramente os familiares como alvo de sua indignação e, em seguida outras instituições, sendo a escola a mais alvejada delas.
Começam a acreditar em tudo que nunca ouviram falar antes e em pessoas que morreram por alguma causa, sem saberem exatamente quais seriam estas causas. Mudam de comportamento e começam a vestir roupas que antes achavam ridículas. Duendes, Che Guevara, Raul Seixas são alguns dos seus ídolos.
Passam a acreditar no Socialismo de uma hora para outra, mas no Socialismo de Mesada. Talvez uma compensação pela perda da imagem do papai-noel, mas não há nenhum estudo sério sobre isso, assim como a preferência pela cor vermelha nos dois casos.
Já a lucidez plena, que vai dos 25 aos 50 anos, os indivíduos estão na fase de consolidação do seu caráter, ou da falta dele. De posse de bastante conhecimento e “vasta” experiência profissional, social e sexual, passam a montar suas estratégias para os próximos 50 anos, mesmo não tendo certeza do que irá acontecer ao término desse prazo.
Os indivíduos que se sentiram muito enganados por seus ídolos do passado, papai-noel, familiares, bancos, agências de publicidade, adotam, nesta fase da vida, a tática do “agora sou eu”, muito utilizada na infância e também conhecida como “meinha”.
Começam enganando seus cônjuges, depois seus patrões, seus gerentes de banco e por aí vai. Alguns desses, contraem uma doença antiga, mas só recentemente diagnosticada, conhecida como TUCO (Transtorno Um-sete-um Compulsivo Obsessivo) mas, curiosamente, muitos dos indivíduos que a contraem conseguem uma brilhante carreira em algumas áreas de atuação profissional ou no cenário político nacional.
Já os indivíduos desta fase que foram pouco enganados, ou que não apresentaram muitas seqüelas em relação a esse trauma, adotam uma estratégia diferente da dos demais. Começam a refletir sobre tudo que viveram nos últimos vinte e cinco anos e chegam a conclusão que tudo aquilo que viveram, desde a pior desilusão até os melhores momentos de suas vidas, como a primeira transa, fora uma coisa muito positiva, tornando-se obcecados em partilhar suas experiências com outras pessoas.
É nessa fase que se casam, têm filhos e constroem suas carreiras, pautando sempre suas ações em princípios e experiências vividos anteriormente. Alguns desses indivíduos são extremamente inquietos e criativos, a ponto de transformarem suas experiências vividas na mais genuína arte.
Geralmente são pessoas bem sucedidas profissionalmente e bem vistas pela sociedade. Alternam utopia e pragmatismo na administração de suas vidas, tornando-se pessoas equilibradas e solidárias.
Chegamos finalmente ao último estágio, onde a loucura se dividirá em dois tipos distintos: O maluco beleza e o doido varrido. Está fase inicia-se aos 50 anos, somente para aqueles que conseguiram desviar-se das balas perdidas, e se entenderá até os últimos dias de suas existências.
Por tratar-se do último estágio da loucura, essa fase pode ser comparada à pré-estréia do juízo final.
Os indivíduos considerados malucos beleza são todos aqueles que já não levam a vida tão a sério como antes e filtram todas as informações que obtêm, evitando ao máximo as armadilhas contidas nessas informações. Conseguem diagnosticar o momento presente com extrema precisão e com apenas uma taça de vinho, prevêem o futuro com a mesma precisão que suas sogras prevêem a meteorologia.
Já os doidos varrido são aqueles indivíduos que falam o tempo todo, geralmente com quem não está presente, mas que eles acreditam estar. Adoram escrever cartas aos jornais e acham que naquela semana vão ganhar na loteria, mesmo cientes que naquela semana não jogaram. Compram medicamentos na farmácia, mas é só em casa, com muita paciência, é que escolherão o sintoma da doença. Acreditam que o INSS sempre conspirou contra eles e que o grande problema do Brasil são as “Perdas Internacionais”.
Alguns desses chamados doidos varridos, mesmo com fortes indícios desse tipo de loucura, conseguem mandatos para administrar diversas cidades pelo Brasil afora a até cadeiras nas maiores casas legislativas do país. Tem muito louco por aí que ainda vota nesses caras, acreditam? ...Mas isso já é outra história.
A idiotice consciente tem início na pré-adolescência e vai até aos 22 anos. Há casos em que esta fase só termina aos 35 anos, acompanhada de bastante terapia de grupo. É nesta fase que esses indivíduos se apresentam extremamente vulneráveis a qualquer tipo de ideologia e são disputados a tapas pelas agências de publicidade.
É nesta fase também que vivem a sua maior crise existencial, quando descobrem que nunca existiu papai-noel e que foram enganados por muitos anos. Passam então a não acreditar em mais ninguém que acreditara antes, usando primeiramente os familiares como alvo de sua indignação e, em seguida outras instituições, sendo a escola a mais alvejada delas.
Começam a acreditar em tudo que nunca ouviram falar antes e em pessoas que morreram por alguma causa, sem saberem exatamente quais seriam estas causas. Mudam de comportamento e começam a vestir roupas que antes achavam ridículas. Duendes, Che Guevara, Raul Seixas são alguns dos seus ídolos.
Passam a acreditar no Socialismo de uma hora para outra, mas no Socialismo de Mesada. Talvez uma compensação pela perda da imagem do papai-noel, mas não há nenhum estudo sério sobre isso, assim como a preferência pela cor vermelha nos dois casos.
Já a lucidez plena, que vai dos 25 aos 50 anos, os indivíduos estão na fase de consolidação do seu caráter, ou da falta dele. De posse de bastante conhecimento e “vasta” experiência profissional, social e sexual, passam a montar suas estratégias para os próximos 50 anos, mesmo não tendo certeza do que irá acontecer ao término desse prazo.
Os indivíduos que se sentiram muito enganados por seus ídolos do passado, papai-noel, familiares, bancos, agências de publicidade, adotam, nesta fase da vida, a tática do “agora sou eu”, muito utilizada na infância e também conhecida como “meinha”.
Começam enganando seus cônjuges, depois seus patrões, seus gerentes de banco e por aí vai. Alguns desses, contraem uma doença antiga, mas só recentemente diagnosticada, conhecida como TUCO (Transtorno Um-sete-um Compulsivo Obsessivo) mas, curiosamente, muitos dos indivíduos que a contraem conseguem uma brilhante carreira em algumas áreas de atuação profissional ou no cenário político nacional.
Já os indivíduos desta fase que foram pouco enganados, ou que não apresentaram muitas seqüelas em relação a esse trauma, adotam uma estratégia diferente da dos demais. Começam a refletir sobre tudo que viveram nos últimos vinte e cinco anos e chegam a conclusão que tudo aquilo que viveram, desde a pior desilusão até os melhores momentos de suas vidas, como a primeira transa, fora uma coisa muito positiva, tornando-se obcecados em partilhar suas experiências com outras pessoas.
É nessa fase que se casam, têm filhos e constroem suas carreiras, pautando sempre suas ações em princípios e experiências vividos anteriormente. Alguns desses indivíduos são extremamente inquietos e criativos, a ponto de transformarem suas experiências vividas na mais genuína arte.
Geralmente são pessoas bem sucedidas profissionalmente e bem vistas pela sociedade. Alternam utopia e pragmatismo na administração de suas vidas, tornando-se pessoas equilibradas e solidárias.
Chegamos finalmente ao último estágio, onde a loucura se dividirá em dois tipos distintos: O maluco beleza e o doido varrido. Está fase inicia-se aos 50 anos, somente para aqueles que conseguiram desviar-se das balas perdidas, e se entenderá até os últimos dias de suas existências.
Por tratar-se do último estágio da loucura, essa fase pode ser comparada à pré-estréia do juízo final.
Os indivíduos considerados malucos beleza são todos aqueles que já não levam a vida tão a sério como antes e filtram todas as informações que obtêm, evitando ao máximo as armadilhas contidas nessas informações. Conseguem diagnosticar o momento presente com extrema precisão e com apenas uma taça de vinho, prevêem o futuro com a mesma precisão que suas sogras prevêem a meteorologia.
Já os doidos varrido são aqueles indivíduos que falam o tempo todo, geralmente com quem não está presente, mas que eles acreditam estar. Adoram escrever cartas aos jornais e acham que naquela semana vão ganhar na loteria, mesmo cientes que naquela semana não jogaram. Compram medicamentos na farmácia, mas é só em casa, com muita paciência, é que escolherão o sintoma da doença. Acreditam que o INSS sempre conspirou contra eles e que o grande problema do Brasil são as “Perdas Internacionais”.
Alguns desses chamados doidos varridos, mesmo com fortes indícios desse tipo de loucura, conseguem mandatos para administrar diversas cidades pelo Brasil afora a até cadeiras nas maiores casas legislativas do país. Tem muito louco por aí que ainda vota nesses caras, acreditam? ...Mas isso já é outra história.
Abel de Jesus Requião (poeta e compositor)
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
A PINTURA EM TELA COMO TERAPIA
Ao se
aposentarem, muitas pessoas costumam sentar-se em uma cadeira de balanço para
ver o tempo passar. Mas desse jeito
o tempo não é bem aproveitado. Que tal usar o seu tempo com algo que
lhe dê satisfação, que mexa com a alma?
A pintura em tela é uma forma de lazer e uma terapia, pois estimula a
criatividade, desenvolve o raciocínio, traz alegria para quem pinta e para quem
vê. Não se pinta em busca de
prêmios, mas eles podem vir. Esteja
certo de que você tem talento, basta desenvolvê-lo. Quando me aposentei resolvi fazer cursos
de pintura em tela, fui aluno de grandes mestres, aos quais agradeço pelos
conhecimentos que me passaram.
Comecei utilizando a pintura como lazer, anti-stress, uma terapia. Na
verdade fiquei mais tranqüilo e concentrado, passei a observar melhor e dar mais
valor à natureza. Hoje, juntei
tantos quadros que participo de exposições.
A pintura
em tela pode ser utilizada até para cura de doenças, auxilia na emancipação e na
autonomia, em problemas específicos (físicos, psicológicos, mentais e/ou
sociais) que se apresentem em caráter temporário ou permanente e nas
dificuldades em inserção e participação na vida social, levando o indivíduo a
usar o hemisfério direito do cérebro tanto para viver como para desenhar,
pintar, enfim usar sua criatividade, desenvolvendo a percepção e a imaginação,
permitindo captar uma outra realidade circundante e propondo uma postura mais
abrangente diante dos fatos da própria vida.
A pintura
transpõe barreiras filosóficas, religiosas, políticas, internacionais, de idade
e até culturais. Toda pintura traz consigo uma energia gerada por sua imagem,
que pode levá-lo a algum lugar, mexer com a emoção, fazer
sonhar.
Solte a
arte que existe em você, busque sua inspiração. Acredite e conseguirá.
Reinaldo Silva - artista plástico
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
AMO O CAMINHO
Muitas vezes pareço panfletário. Por tentar ir a raiz da questão, colocar uma dose de sentimento na razão do que falo e ir fundo. Discurso radical, mas ação moderada. Ponderação sempre. Contundência nas críticas e comentários. Mas sem dedo apontado contra ninguém, pois somos todos responsáveis. Acredito, muito, em ações práticas e muito pouco em encontrar culpados. Se o problema persiste, novos culpados o sucederão. Então mudar a forma de fazer é a solução.
O que parece, em mim, idealismo, realmente o é. Mas com realismo, sem ilusões. Com reflexão, sem intolerância e sem violência. E jamais serei o dono da razão, o certo. A democracia não é dona da verdade, essa é a demagogia. Acredito em diálogo, em fala sucinta e em não se omitir. Erro, muito, certamente. Mas temo mais não tentar.
O que anima a caminhada são os caminhantes. O que falo é do caminho. Sou companheiro bom para quem ama mais caminhar do que chegar. Pois certo é o caminho. E não se sabe nada do fim.
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